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domingo, 13 de novembro de 2011

Antes de dar corda no seu Relógio




Muito se fala sobre livre arbítrio, sobre a capacidade de escolher com liberdade e conscientemente. O livre arbítrio é uma das conquistas mais valorizadas pela nossa civilização. Por exemplo: em época de férias, é você, e apenas você, quem escolhe a hora de acordar, conversar, comer e dormir,certo?
Errado. Para dar corda ao assunto, deixe-me explicar o porquê.

Imagine seu corpo como um grande relógio. Melhor ainda, como um aglomerado de mais de cem relógios sincronizados, determinando a hora de sentir sono, fome, ir ao banheiro e etc. Esses relógios internos existem de verdade e determinam um ciclo chamado Ritmo Circadiano (desde já: circadiano significa “ciclo de um dia”). A ciência que os estuda possui até mesmo um nome: Cronobiologia.

O Ritmo Circadiano mantém seu corpo alerta durante as horas de claridade e ajuda a relaxar à noite. É capaz até mesmo de lhe acordar na hora certa pela manhã quando você se esquece de ajustar o alarme na cabeceira. Infelizmente, esse mesmo relógio lhe acorda nos dias em que você poderia dormir até um pouco mais tarde...

Nos mamíferos – e você quase certamente é um deles - , o relógio biológico localiza-se numa porção do cérebro chamada Hipotálamo. Mas não perca tempo tentando encontrar o seu. Apenas certifique-se de que ele continue funcionando por mais algumas décadas. Em alguns insetos, o relógio biológico está na retina dos olhos. Nos pássaros, ele pode ser encontrado no hipotálamo ou na glândula pineal.
Hormônios

Em todos os casos, esses relógios estão vinculados a receptores sensíveis que sincronizam o relógio interno com a luz do sol. Funciona da seguinte maneira: ao atingir os receptores na retina, a luz solar desencadeia estímulos que viajam por fibras nervosas até o cérebro, dando corda no seu mecanismo de horários.
Essas fibras também transmitem sinais que afetam os níveis hormonais relacionados ao ajuste do relógio interno. Por exemplo: os níveis de Cortisol (um hormônio relacionado ao metabolismo e ao sistema imunológico) são maiores entre 6 e 8 da manhã, diminuindo gradualmente durante o dia. Ao mudar o padrão de sono, os níveis de Cortisol também se alteram.

O hormônio do crescimento (GH), por sua vez, aumenta com o sono em crianças – os níveis máximos são atingidos nas primeiras duas horas de sono. Se a criança apresenta distúrbios do sono, a produção de GH cai, prejudicando seu desenvolvimento.
Os derrames e os ataques cardíacos são mais comuns no período da manhã do que em qualquer outro horário do dia. Muitas pessoas podem pensar que não é seguro, então, exercitar-se pela manhã. Todavia, a culpa não está no exercício, mas nas alterações do Ritmo Circadiano: entre outras coisas,os níveis elevados de Cortisol fazem com que o sangue se coagule mais rapidamente por volta das 8 horas da manhã.

A pressão também se eleva neste horário, permanecendo assim até o final da tarde, quando começa a cair, atingindo seu ponto mais baixo durante a noite. Ainda, atletas experimentam picos de temperatura, força e flexibilidade no final da tarde – e este é o melhor período do dia para competirem. À tarde, a sensibilidade à dor também é menor.

Atrasado

O relógio interno pode ser regulado por estímulos não –luminosos, como exercícios, drogas, remédios e hormônios. À medida que envelhecemos, o marcapasso cerebral pede células, alterando os ritmos circadianos – e isto, associado ao uso de vários remédios e à falta de atividade física regular, pode explicar o relógio “desregulado”de pessoas mais idosas.

Dormir um ou duas horas mais tarde além do horário habitual também pode causar problemas. É mais difícil acordar na manhã seguinte e não raramente passamos o dia irritados e com dor de cabeça. Isso pode não ser simplesmente “falta de uma noite bem dormida”, mas uma alteração no padrão doritmo circadiano. Neste caso, a pessoa está em um ritmo em que o corpo quer descansar das 4 da manhã até às 5 da tarde. E aí, seu dia de praia foi-se.

Manter um horário regular para o sono e as refeições, praticar exercícios durante o dia (e não à noite, quando você aumenta a carga de adrenalina e prejudica o sono) e relaxar por alguns minutos antes de ir paraa cama são táticas que ajudam o bom funcionamento do seu relógio biológico.

Agora sim, dê corda à vontade.


Fonte: Alessandra Almeida Marques

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

RSE e Seus Desafios



Escrever com o objetivo de traduzir pensamentos nem sempre torna-seuma tarefa fácil. Escrever procurando traduzir observações de sete anos detrabalho é sinônimo de ousadia e loucura. E tentar traduzir de forma escritaobservações de sete anos de trabalho em Reequilíbrio Somato Emocional é totalinsanidade. Portanto, me perdoem esta minha tentativa transloucada. Mas, comojá dizia o poeta: “de perto ninguém é normal”. Com Reequilíbrio SomatoEmocional aprendi que de longe também não.

Verifico, com a experiência clínica, que, apesar da crescenteglobalização, da facilidade de acesso à informação dos mais distantes locais doplaneta, de uma demanda cada vez mais exigente, o ser humano continua avesso àsmudanças. Das mais simples até as mais complexas formas de pensamento ecomportamento.

Observo, em meus pacientes, que 95% deles não desejam realizarmudança alguma em suas vidas. Ou melhor, buscam sim uma mudança. No “outro”. O“outro” sempre é o responsável por seus tormentos, dificuldades, conflitos. Eclaro, pensando desta forma, a solução para seus problemas está também no“outro”, o “outro-terapeuta”. Estas pessoas buscam o resultado do lado de fora,na “pílula-azul-milagrosa” que a Medicina oferece. Aliás, é por conta disso quea Medicina continua inabalável em nossa cultura. Ela oferece o que delaesperam. Em outro prisma, surge a Psicologia. A figura do psicólogo aparececomo aquele que ouve os problemas, orientando, direcionando e os solucionando.Total transferência, contestada, mas aceita, se é que me entendem. ReequilíbrioSomato Emocional não oferece nada disto. Oferece sim, a oportunidade do serhumano se redescobrir, se tocar e se deixar tocar, entrar em contato consigomesmo, de se investigar, se reencontrar e, a partir daí, por si só, realizar ounão as mudanças necessárias à sua vida, tendo total responsabilidade sobre seusatos e seu contexto, com livre e absoluta escolha.


Desta forma, pode-se concluir a dificuldade que encontram os 5% dospacientes que desejam realizar mudanças em suas vidas. Muitas vezes essespacientes conseguem atingir um nível mais elevado de consciência através dotratamento e vislumbram uma necessidade de mudança, porém falta-lhes, ainda, acoragem necessária. Para eles, é como se o “céu” estivesse inatingível naquelemomento, apesar de ser este o objetivo. E o “inferno”, situação anterior devida, não lhes servisse mais. Ficam a espera no limbo de suas consciências, atéque este incômodo os façam dar o próximo passo. Ou não...

Costumo fazer umaanalogia para explicitar esta dificuldade demudança. Imaginemos uma mudança de domicílio. Para realizá-la é precisopromover uma desordem dos utensílios da casa para os alocar em recipientes oucaixas para o seu transporte. Neste momento costuma-se encontrar objetos muitasvezes há muito tempo não manuseados, de difícil acesso, ou ainda que não seimaginava mais existir. Invariavelmente ocorrem questionamentos do porque de seguardar estes objetos por tanto tempo e alguns optam por não transportá-lospara a nova residência. Outros, resolvem, por apego ou vínculos emocionais,continuar os mantendo consigo, mesmo que não sendo mais utilizados. Tudoencaixotado, o transporte é realizado para a nova casa. Quando as caixas sãodepositadas, quase sempre sem nenhuma ordem e organização dentro do novodomicílio, a pessoa depara-se com um cenário de “caos”. O desespero quasesempre é a emoção encontrada. Como arrumar toda essa bagunça? Será que consigoalgum dia? Por que resolvi me mudar? São as perguntas mais freqüentes nestahora. É preciso, neste momento, tranqüilidade, maturidade e coragem para, comtempo, sem pressa ou cobranças, ir arrumando os objetos em seus devidoslugares, fazendo novamente escolhas sobre o que serve ou não, colocando a casaordenada, em harmonia, de acordo com as necessidades de quem ali mora.


Em nossas vidas é exatamente assim que ocorre. Nossa casa maior é nossocorpo, nossa alma. Os “objetos”, são nossos pensamentos, nossos padrões depensamento, nossas emoções, gravadas à ferro e à fogo em nossas células. Poistomando consciência destes “objetos” que carregamos, podemos fazer escolhassobre o que manter ou não. Sem dúvida é um processo doloroso, se forma o “caos”interno, porém não menos estruturante. Na hora em que o paciente sentedesespero, em que surgem dúvidas e conflitos, se faz necessária a figura doterapeuta. Este é um dos maiores desafios, o de estimular a coragem nopaciente, dando-lhe confiança num momento tão delicado, em que a lagarta podese transformar em borboleta, conscientizando-o do processo, lembrando sempre,que as escolhas serão sempre as dele, sem interferências. Não serão boas, nemmás, serão as que ele, paciente, teve a condição de tomar.

Este não é o resumo dos anos de trabalho que possuo em ReequilíbrioSomato Emocional. Mas considero a exposição do que considero a cerne do desafiomaior que é o de promover mudanças em seres humanos os quais atendo. Estimulara “alquimia terapêutica”. 


Fonte: Dr. Gontran de C. Neto



domingo, 6 de novembro de 2011

Fibromialgia



Há pouco mais de 30 anos, oestudo de casos de pessoas que relatavam dores no corpo de longa duração, semque se constatasse alguma atividade inflamatória, levou um grupo dereumatologistas norte-americanos a criar a denominação “síndrome defibromialgia”, para descrever essa condição complexa em que, além da dor,ocorrem diversas manifestações de alterações do funcionamento do organismo, queseguem um padrão.

Depois dessa definição,considerada como duvidosa por alguns setores, porque não se encontravam examesespecíficos de laboratório ou de imagem para fazer o diagnóstico com precisão,ocorreu uma grande expansão no número de casos relatados.

Entretanto, provavelmente nemtodos esses casos se enquadram na definição da síndrome de fibromialgia. Outrasformas de dor crônica (as dores que duram mais do que alguns meses), como assíndromes de dor complexa regional, podem ser confundidas com a síndrome defibromialgia, porque incluem sintomas de perturbações do sistema nervosocentral.

A palavra fibromialgia significador nas fibras musculares, mas essa não é uma denominação muito apropriada,porque a dor no corpo referida pelos pacientes com essa síndrome não serestringe aos músculos, incluindo qualquer parte do corpo onde haja terminaçõesnervosas especializadas em transmitir dor, como a própria pele e asarticulações.

O quadro não se limita à dor.Depressão, fadiga, alterações hormonais e do sono fazem parte do conjunto demanifestações dessa forma de adoecimento, assim como perturbações do funcionamentodo organismo, comumente dos aparelhos digestivo e urinário.
O fato de a e fibromialgia afetarmais mulheres do que homens, numa proporção de mais de 80% dos casos, indica ocaráter genético da síndrome, e na família das pessoas com esse tipo de problemahá uma tendência para ter dor crônica associada a distúrbios do sistemanervoso. Frequentemente os sintomas se apresentam depois de um grande estresseou trauma emocional.

Todas as manifestações dasíndrome são devidas a transtornos do funcionamento do sistema nervoso e,portanto, não se trata de uma doença reumática. Estudos do cérebro mostramatividade anormal em certas regiões relacionadas com a percepção da dor.

O tratamento dessas pessoas, porcausa da natureza complexa do problema, demanda uma abordagem transdisciplinar.O uso conjunto de medicamentos que atuam no sistema nervoso, estimulação neuralperiférica (eletroneuroestimulação, acupuntura), psicoterapia, fisioterapia,exercícios físicos, é o que garante os melhores resultados.

Os melhores resultados sãoobtidos quando os pacientes percebem que é preciso dedicação e vontade demelhorar, investindo o seu tempo nos tratamentos prescritos, e quando podemcontar com equipes treinadas para alcançar esse objetivo.

Por esta razão, o tratamento deRSE (Reequilibrio Somato Emocional), consegue transpor um tratamento a fundopara essas dores que muitas vezes são somáticas.
Neste tratamento, conseguimosatuar Corpo e Mente, associando e substituindo outras técnicas. Conheça umpouco mais sobre essa terapia inovadora e com tratamento individualizados.






Fonte: Norton Mortz Carneiro


sábado, 5 de novembro de 2011

Pensando e Refletindo...


Um pesquisador americano decidiu comprovar sua teoria.

Chegou então em um presidiário americano condenado a morte e perguntou se ele gostariade participar de sua pesquisa. Disse ao presidiário que se ele sobrevivesse ao experimento, ganharia sua liberdade, caso contrário, morreria durante oprocedimento. O presidiário concordou em participar, uma vez que esta seria suaúnica chance de ainda conquistar sua liberdade.

O experimento se baseou no seguinte:

O presidiário foi amarrado em uma maca, com os olhos vendados. O pesquisador disse que iria fazer um corte profundo em seu pulso, e ele iria sangrar, até que a última gota de sangue caísse dentro do balde. E assim foi feito.
Ele foi amarrado, teve os seus olhos vendados e o seu pulso foi cortado, porém, comum corte muito superficial, sem atingir nenhuma veia. O seu braço foi posicionado para fora da maca e logo abaixo havia um balde. O pesquisador colocou uma bolsa de água embaixo da maca e a furou. Assim, a água começou apingar no balde.

Conforme os minutos iam se passando, o pesquisador ia diminuindo a intensidade e a frequência do gotejamento da água. E o presidiário ouvia a água pingar como se fosse o barulho de seu próprio sangue escorrendo.

Foi ficando cada vez mais fraca a intensidade das gotas e cada vez diminuindo maise mais, foi ficando cada vez mais fraco e a respiração do presidiário foi ficando cada vez mais difícil, foi sentindo cada vez mais falta de ar, começou a suar muito até que teve umaparada cardíaca na mesa e morreu, sem sequer derramar uma gota de sangue nobalde. Teve uma parada cardíaca só de acreditar que o seu sangue estava se esgotando!
A nossa mente tem tanto o poder de criar uma doença como tem o poder de curá-la.
Não pense em coisas negativas. Não pense no lado negativo das coisas. Não pense emficar doente.
Pense apenas em manter e cultivar sua saúde.
Faça coisas que lhe dê prazer! Viva a viva!! Não apenas sobreviva!

Afinal: CUIDAR-SE É ESTAR BEM!!


domingo, 30 de outubro de 2011

Conheça esta terapia: RSE - Reequilíbrio Somato Emocional


A LD Fisio agora está com uma nova e fascinante especialidade:

RSE - Reequilíbrio Somatoemocional. Eu já haviaexperimentado essa maravilhosa experiência como paciente, mas agora estou aptapara poder passar adiante este conhecimento, trazendo maior qualidade de vida efelicidade para os pacientes.

Vou tentar explicar de um jeito bem simples, para que todospossam entender o que acontece com o nosso corpo no processo de somatização.Para começar, você sabia que somato é a mesma coisa que corpo? Pois é! Por issonos dias de hoje ouvimos falar tanto dos problemas somáticos oupsicossomáticos.
Tudo que vivemos no nosso dia a dia, antes de ser guardadoem nossa "mente", primeiro entra em contato com nosso corpo, ou seja,ouvimos, vemos, degustamos e sentimos o cheiro e então isso é organizado dealguma forma dentro de nós, mas nem sempre, muito boa. Por exemplo, você jáouviu falar de gastrite nervosa? Ou mesmo de uma pessoa que nunca tenha bebidoe de repente desenvolve uma cirrose hepática? Ou então, alguma dor ouinflamação que surge “do nada” em seu corpo? Sim! Isso é o nosso sistemanervoso central organizando essas coisas, nestes casos de uma maneira ruim.

O tratamento de somato é um método terapêutico para aeliminação de tensões de qualquer natureza, seja física ou psíquica,sofrimentos e inibições. Com esse método é possível eliminar dores crônicas,ansiedade, estresse, acompanhados ou não de emoções perturbadoras, tais como:angustias, medos e culpas, alem de alterações do déficit de consciênciacorporal.

A quantidade e freqüência de sessões variam de acordo comcada paciente, o tratamento é feito através de toques e estimulação dos órgãosdos sentidos até que o corpo possa emergir suas tensões como já foi colocado noparágrafo acima.
Tudo isso que ocorre em nosso corpo, nada mais é que osnossos queridos neurotransmissores fazendo direitinho suas funções e nostrazendo o bem-estar, a felicidade que a vida espera de cada um de nós!

Desfrute você também desta maravilha que a neurociência nostrás!

Fonte: Licemara Benevento ( http://www.fisiolice.com.br )

quinta-feira, 9 de junho de 2011

RSE - Reequilibrio Somato Emocional

 

O que é reequilíbrio somatoemocional (R.S.E.)?

O reequilíbrio somatoemocional (R.S.E.) é um método inovador e revolucionario que possui a capacidade de tratar alterações e distúrbios sensorio-perceptivos bem como perda da consciência corporal do paciente.

Como surgiu o R.S.E.?

O R.S.E. foi desenvolvido pelo fisioterapeuta Carlos Barreiros que ao tratar de inúmeros pacientes com depressão, ansiedade e estresse crônico iniciou uma série de pesquisas em neurofisiologia e neurociência fundamentando uma nova metodologia terapêutica. A formação com o professor Barreiros é restrita, onde poucos profissionais são habilitados a exercer o Reequilíbrio Somatoemocional, exige-se uma formação sólida do profissional e este deverá cumprir uma série de requisitos clínicos para ser considerado apto como terapeuta somato-emocional, atualmente poucos profissionais no Brasil e Portugal possuem esta formação.

Quais as indicações de um tratamento com R.S.E ?

O número de alterações e distúrbios que podem ser tratados por R.S.E. é extenso, mas para citar apenas alguns podemos salientar: a depressão, fibromialgia, as dores crônicas, as alterações da imagem corporal que ocorrem em pacientes com bulimia, anorexia e pós-cirurgias de redução de medidas e estômago, além obviamente de pacientes com ansiedade crônica e estresse. Como o tratamento atua sobre as vias sensoriais os atletas também podem ser beneficiados para melhorar a sua performance.

Reequilíbrio Somatoemocional e Liberação Somatoemocional são a mesma coisa?

Não. Muito pelo contrario! A liberação somato-emocional é uma parte da chamada terapia crânio-sacra de Upledger onde qualquer pessoa que tenha interesse pode tornar-se um terapeuta “crânio-sacro” e irá enviar uma “energia“ ao paciente para que este libere seus “quistos” de energia e emoções bloqueadas.
O reequilíbrio somatoemocional é um método terapêutico baseado em neurofisiologia e nas últimas descobertas da neurociência. Somente profissionais de nível superior da área da saúde podem fazer a formação e somente profissionais fisioterapeutas estão habilitados a realizarem a formação completa.
O tratamento é corporal e o profissional ainda dispõe de inúmeras técnicas terapêuticas para junto com o paciente contextualizar suas dificuldades e as repercussões destas em sua própria vida.

Por que os profissionais fisioterapeutas são os mais indicados a realizarem esta formação?

Os fisioterapeutas são os profissionais com mais conhecimento biomecânico e atuam sobre o corpo (somato), sobre todas as vias neuronais disponíveis e para atuar com R.S.E. é necessário um conhecimento muito específico em áreas do sistema nervoso de maneira mais funcional.

Por que pacientes com depressão podem se beneficiar deste tratamento?

Sabe-se que a depressão envolve uma gama de alterações e acomete a produção e utilização de neurotransmissores.
A estimulação de determinadas vias sensoriais e a percepção corporal influencia mutuamente estes mesmos neurotransmissores.Isto faz com que o tratamento com R.S.E. possa ser um importante suporte a estes pacientes.

Pacientes com dor crônica e fibromialgia também seguem os mesmos critérios da depressão?

Em parte sim, mas são alterações diferentes, portanto o profissional irá avaliar neurofisio-logicamente quais as vias mais importantes para cada caso e quais as repercussões destas mesmas vias. Atuando sobre estas poderá reequilibrar o corpo (somato) e caso existam tensões ligadas a um contexto emocional isto também será mobilizado e reequilibrado

Como se desenvolve a consulta de R.S.E.?

Em primeiro lugar o paciente passa por uma extensa avaliação por parte do fisioterapeuta. É o profissional que determinará quantas consultas serão realizadas bem como o tempo necessário para o tratamento. Em média cada consulta possui um tempo mínimo de 50 minutos.

Qual é o custo benefício do tratamento de R.S.E. ?

As consultas são extremamente pormenorizadas exige-se um conhecimento muito aprimorado por parte do profissional e o acompanhamento terapêutico do paciente é geralmente o que mais chama atenção, pois é totalmente individualizado, podendo o custo da consulta ser ligeiramente mais elevado do que de outras terapias.